martes, 24 de febrero de 2009

Páfate...y después?

Luego del inesperado choque de los satélites Iridium y Cosmos el pasado 14 de febrero se produjo un importante flujo de información sobre lo sucedido. El evento llamó la atención sobre lo que está pasando sobre nuestras cabezas como hacía tiempo no sucedía. Por otro lado, numerosas reflexiones apuntan, entre otros temas a la conclusión de que efectivamente tal colisión se pudo haber evitado, y que por cierto el problema de la basura espacial adquirió dimensiones realmente preocupantes y plantea complejos problemas. Sin embargo, esta colisión nos ha dejado más cosas: numerosos residuos esparcidos en la órbita terrestre. Se calcula que son mas de 600 pedacitos que orbitan siguiendo las trayectorias resultantes del choque. Esos restos están siendo rastreados por diversos medios y es posible verlos mediante el Google Earth (GE). En este caso hay disponibles dos aplicaciones diferentes: aquí podrán encontrar un archivo para ejecutar en el Google Earth en forma muy rápida. Permite identificar los restos según el país de origen, y ofrece información sobre la altura a la que se encuentran estos restos. Se actualiza cada media hora y naturalmente permite combinar todas las posibilidades del GE. La otra aplicación se ejecuta online, requiere del uso de Firefox y la eventual descarga de un plug-in, que demora un poquito, pero bien vale la pena tener instalado. En este caso los datos están actualizados en forma periódica según datos del NORAD, y su movimiento orbital es realmente dinámico, lo que sin dudas es mucho mas atractivo.

lunes, 23 de febrero de 2009

Digno de un "Carnival of Space"

Me divierte mucho cuando la realidad supera a la fantasía o se sobrepone de manera muy particular a lo esperado. Carnival of Space es una movida, alojada en Universe Today, que busca integrar y promover a los diferentes blogs relacionados con temáticas astronómicas y espaciales. Está pensada para que la comunidad blogger, referida a una cierta temática, se conozca un poco más, intercambie información y conocimiento, y por cierto lograr obtener unos clicks más. Cada blogger procede a ser anfitrión, en forma semanal generalmente, y se prepara con su mejor post para esta particular fiesta. En lo que refiere a las temáticas relacionadas con este blog, y por lo que he visto por ahí, realmente se trata de una gala sin desperdicios para todos los interesados. Naturalmente hay tantos carnavales de blogs como blogs temáticos, y participar en ellos es muy fácil. Así entonces, mirando las noticias de rigor sobre el Carnaval de Río me encuentro con el desfile de la Escola do Samba "Unidos da Tijuca" y su samba enredo "Uma Odisséia Sobre o Spaço". Personalmente no soy fanático de esta movida, aunque no prescindente de lo que en la misma suceda, de carne somos dicen... Por lo tanto, y volviendo a lo nuestro no quería dejar de pasar la oportunidad de señalar lo que escribí al principio de este post: sin dudas, no sólo este post es digno del "Carnival of Space", sino que además el carnaval realmente existente superó ampliamente al virtual. Les dejo la letra del samba enredo, tengo dificultades para poder reconocerla a lo largo del desfile, obviamente el tiempo empleado no permite reproducir todo el contenido de la misma. De todas maneras es muy interesante leerla. Creo notar una clara alegoría en favor de la ciencia y la exploración espacial. Podrán asimismo encontrar un interesante desfile de personajes asociados a la gesta espacial. Eso sí, no soy crítico de carnaval, ni tampoco crítico espacial, pero no hubiese costado nada colocar algún carro alegórico un poco más realista, no es que me ponga exquisito y pida un "Nombre de Este Blog", o quizá un Shuttle. Por en lo que respecta a imaginación y color los brasileros saben muy bien como hacer su carnaval y no dudo que hubiese sido aún mas increñible el desfile de "Unidos da Tijuça" Naturtalmente, nada de esto tendría sentido si no vemos el correspondiente video.
SINOPSE DO ENREDO CARNAVAL 2009 TIJUCA 2009: UMA ODISSÉIA SOBRE O ESPAÇO VIAJANDO COM AS ESTRELAS Em 2009, o pavão tijucano alça vôo e alcança as estrelas para a Tijuca mostrar todo o fascínio que o céu provoca na humanidade. Tal sentimento nos acompanha desde os primórdios e, ainda hoje, é motivo de estudos e especulações, o que muito contribui com a imaginação das pessoas. A fantasia nos apresenta o céu com seus mistérios e mitos. Já a realidade nos mostra o céu explicado à luz da Ciência. Essa dualidade em torno do espaço celeste tem feito com que o homem, ao longo dos tempos, se dedique a decifrar seus mistérios, projetando crenças e descobertas no cotidiano e na própria cultura. CÉU DOS DEUSES No início dos tempos, o ser humano olhava o céu com idolatria e criava o sentimento do inalcançável. Talvez, por isso, tenhamos escolhido guardar nossos deuses nesse espaço, um lugar onde nenhum ser comum poderia pensar em chegar. As divindades de povos antigos estavam diretamente ligadas aos astros, pois depositavam sua fé em deuses que têm o céu como morada ou são explicados por elementos celestes. Acredita-se que bênçãos e castigos podem ser outorgados por entidades divinas. Os cometas, os raios e os trovões, por exemplo, há muito eram vistos como avisos e punições enviados por deuses, pelo não cumprimento de seus desígnios. Devido à forte ligação do homem com as divindades celestiais, surgiram histórias fabulosas sobre essas entidades. Uma delas, da mitologia grega, conta que o cavalo alado Pégaso foi transformado por Zeus, soberano entre todos os deuses, numa constelação para evitar que o herói grego Belerofonte se aproximasse do Olimpo. CÉU DO CONHECIMENTO Contrapondo-se à mitologia, notamos que algumas importantes descobertas dos primórdios do conhecimento sobre o céu provêm de antigas civilizações, como as fases da lua, a classificação das estrelas, calendários e instrumentos de navegação. Nesse período histórico, o homem começou a desvendar os enigmas celestes utilizando-se de métodos mais científicos. A intuição começa a dar lugar à razão. Esses homens da Ciência construíram equipamentos que permitiam visualizar com mais precisão o céu, até então observado a olho nu. Algumas dessas descobertas impulsionaram o homem a cruzar os oceanos para conquistar novos territórios, já que podiam controlar as viagens observando o comportamento do mar de acordo com a posição dos astros. CÉU DAS LENDAS E SUPERSTIÇÕES Porém a mente humana continua repleta de lendas relacionadas ao espaço celeste. São as crendices populares, recheadas pelo folclore de nossos nativos: da astrologia consultada por milhões no mundo todo às fábulas de encantamento que nos fascinam ou nos amedrontam. Mistérios da lua cheia, a sobreposição de astros trazendo a noite em pleno dia. Estrelas que caem do céu guardam um desejo a quem guardar um segredo. A lua, o sol e as estrelas são personagens em várias dessas histórias que mexem com nossa imaginação. CÉU INFANTIL O espaço sideral também está presente no imaginário infantil. Dos desenhos animados à literatura, são apresentados personagens e heróis que vivem nos planetas mais hostis, avançados tecnologicamente ou não, onde não pode faltar a eterna luta do bem contra o mal. Com a cabeça voltada para o espaço, a criança viaja com eles, explorando a imaginação para participar dessas deliciosas aventuras. Colhem estrelas do tamanho de um botão, respiram sem capacetes, brincam com a gravidade e ainda vislumbram fantásticas modernidades. A garotada se diverte com incríveis possibilidades, aprendendo valores transportados para o modo de viver desses personagens, que habitam outra dimensão ou participam da vida terráquea. CÉU DO CINEMA Até o cinema se rendeu aos mistérios do céu. São inúmeros os filmes e seriados que falam de ataques de seres espaciais ao nosso planeta e exploram o filão da ficção científica, que possui uma legião de fãs. Mas algumas dessas produções também permitem que os espectadores conheçam descobertas e fatos concretos referentes ao céu. O mote desse gênero é a indagação de que podemos não ser os únicos seres do universo e que nosso planeta está constantemente ameaçado. Não apenas seres espaciais nos ameaçam; corpos celestes vagando ao redor da Terra são dramatizados pelo cinema, deixando uma pergunta no ar: quando será o fim do mundo? CÉU DA REALIDADE Na era moderna, os fatos referentes ao espaço também são motivo de intensos estudos científicos, geralmente a favor da humanidade. Os avanços tecnológicos explicam fatos celestes duvidosos e até nos fornecem vantagens para a nossa vida. Hoje podemos observar o céu com equipamentos de alta definição e até mesmo fazer turismo no espaço, viajando numa astronave pela Via Láctea e nos hospedando numa estação russa. O homem não tem limites, pois nem o céu escapou de seu anseio desenfreado de conhecer e conquistar. Descobertas fantásticas alimentam cada vez mais nossa imaginação diante de tamanha grandeza. Planetas gasosos, anéis reveladores, gelo espacial e tanta coisa ainda a se descobrir nos mostram a realidade de que somos um mero grão na imensidão do universo. Ao passar com todo seu esplendor pela Sapucaí, a Unidos da Tijuca vai mostrar fatos e crendices acerca do espaço celeste, revelando que o homem sempre estará dividido entre a realidade e a imaginação, que são essenciais para entendermos a vida e o mundo que nos cerca. Com esse enredo celestial, a Tijuca, uma das reluzentes estrelas do Carnaval, se junta às estrelas do céu para brilhar no firmamento da folia carioca. Carnavalesco: Luiz Carlos Bruno Pesquisa e texto: Julio Cesar Farias TIJUCA 2009: UMA ODISSÉIA SOBRE O ESPAÇO pelo poeta João Pedro Roriz Doravante, o céu nunca mais será o mesmo, pois eis que no oceano de crenças e esperanças, o azul de nossa infância será catalisado na figura do pavão, símbolo alado de nossa tradição, criatura que encanta e que levanta a multidão. Seja na cauda de um cometa, na ponta da luneta ou na imaginação popular. Nut, Varuna, Odin e Oxalá, habitaram um céu ornamentado de histórias, mitos feitos de glórias que remontam a trajetória de toda constelação: Zeus transformara Pégaso em pontos de luz no espaço, o que, sem fracasso, nos deu o dom da navegação. Galileu descobriu as manchas solares e as estrelas da Via-Láctea; as fases da lua e as crateras no sofismo de suas cafuas. Ptolomeu, um europeu de Alexandria, nos deu lições de astronomia. No México, o calendário asteca já nos dizia que o ano possui trezentos e sessenta e cinco dias. Quando a lua se inflama prometendo noite fria, todo mundo se arrepia, diz Pai-Nosso e Ave-Maria. São quimeras de quem canta a lenda urbana e do sertão. Os que estudam astrologia olham o céu com atenção: a previsão está no escuro, está no cosmos, no zodíaco... são maníacos por futuro, estão em busca da razão. Quando a ribalta das estrelas se incendeia na televisão, o sol ilumina a terra, picadeiro de aventuras. Através da literatura, as crianças alcançam as alturas e tocam nuvens feitas de algodão. O Pequeno Príncipe alimenta a flor da consciência, e com veemência nos ensina sua lição. E quando Marte atacar, os MIB colocarão a roupa preta. A humanidade se salvará da hostilidade de outros planetas e comemorará a independência da criatividade e da ficção. Ei-la, no abarcar das estrelas, no calor do cinema, atrás das imensas cortinas de solidão. E neste prelúdio histórico, a lenda imita a realidade: Apolo sai dos mares a caminho da lua. O Columbia imita a Enterprise – fortaleza de aço – e corre anônimo neste palco etéreo, neste campanário de tantas veredas, lugares perdidos...O Hublle explora o tecido milenar que compõe o infinito – labaredas de um grito que se perpetua no espaço! O céu se cobrirá com a luz solar, e a Tijuca vai passar azul e amarela na avenida. Na passarela, as nossas vidas, feitas de cor e fantasia, remontarão o Big Bang: uma explosão de alegria! Vem curtir o Carnaval, um desfile alto-astral Pelos encantos da poesia! (João Pedro Roriz)
No necesito escribir mas sobre el desfile

sábado, 21 de febrero de 2009

La Razón de Ser de este blog:

Sin palabras, comienza lo que sin dudas será una de las mas emotivas sagas del blog Eureka: 50 años del Zemiorka.

viernes, 20 de febrero de 2009

Bautismo Espacial

Imagen del "Nodo 3" en su configuración de lanzamiento. Fuente: NASA.
La NASA está realizando una votación on-line para nombrar al próximo módulo espacial a instalar en la Estación Espacial Internacional, el hasta ahora llamado "Nodo 3". La convocatoria está en este link, y los nombres sugeridos intentan evocar el espíritu de colaboración que representa la ISS: Asimismo se puede sugerir otro nombre alternativo al sugerido por la NASA, aunque dudo que generen una posible opción. La misión, STS-130, está planificada para diciembre de este año, el "Nodo 3" deberá acoplarse al módulo Unity y proveer a la ISS de nuevos equipos de generación de oxígeno, regeneración atmosférica, recuperación de agua y nuevas instalaciones sanitarias para los tripulantes. Por otro lado el "Nodo 3" posee un visor que permitirá la observación del espacio circunterrestre en forma privilegiada. En definitiva, permitirá un mejor nivel de vida en la estación espacial. Mi opción: acabo de realizarla antes de escribir este párrafo: me incline por Serenity, nombre cantado realmente, teniendo en cuenta lo dicho más arriba...naturalmente no voy a contar como va la votación, ya ha sido suficiente con pronunciar mi voto.
Detalle del módulo que se unirá a la ISS en Diciembre de este año. Fuente: ESA.
Así deberá verse el "Nodo 3" una vez acoplado a la ISS. Nótese el mirador espacial, que permitirá una excelente visión.

lunes, 16 de febrero de 2009

Galileo

"La victoria de la razón sólo puede ser la victoria de los que razonan"
Galileo Galilei en boca de Bertolt Brecht

jueves, 12 de febrero de 2009

¡ PAFATE !

Es noticia desde el pasado 10 de febrero el choque de los satélites Iridium 33, de los Estados Unidos y el Cosmos 2251 de Rusia se destrozaron mutuamente en plena órbita a más de 780 km sobre el cielo de Siberia. Se trata del primer incidente de estas características.Las probabilidades son realmente escasas de que este tipo de cosas sucedan, sin embargo las mismas tienden a aumentar críticamente a medida que se colocan en órbita mas y mas satélites. Las estimaciones habituales para un satélite tipo, a 400 km de altura, le otorgaban 15000 años a una colisión con un objeto de unos 10 cm. Desde los inicios de la Era Espacial se estima que existen en órbita unos 6000 satélites, de los cuales aproximadamente 3000 están activos. El resto, junto con otros componentes de lanzadores y restos de satélites se considera chatarra espacial, y es realmente un grave problema. Si bien desde hace tiempo se tiene certeza de que el principal problema reside en la saturación de la órbita geoestacionaria, la colisión se produjo en una órbita polar. De acuerdo a las últimas informaciones los restos no pondrían en riesgo a la Estación Espacial Internacional, aunque si hacen temer por la integridad de otros satélites que, en principio compartan el tipo de órbita con estos restos.
En la imagen se aprecia un impacto experimental de una esfera de aluminio de 10 cm de radio sobre un bloque de aluminio de 18 cm de espesor a una velocidad de 6.8 m/s. El impacto de los satélites de 800 kg se produjo a una velocidad de 8 m/s. Fuente: ESA
Los satélites involucrados son muy grandes, en el entorno de los 800 Kg, y estaban situados en órbitas polares. El satélite ruso hace 10 años que estaba inactivo, no así el satélite norteamericano que según se ha podido saber no recibió órdenes para modificar su órbita. Si bien la mecánica del choque en 3D puede ser un poco compleja se pueden obtener cierta idea de lo que la colisión dejó: más de 600 fragmentos de diversos tamaños que pasan a contaminar la órbita polar, y una explosión que se estima equivalente a 5 ton de TNT. Inicialmente se pensó en una cifra menor, pero luego de ingresar correctamente los datos se estimo esta cifra, ya que el ángulo de impacto de los satélites fue de 83º, un ángulo casi perpendicular. La velocidad relativa de ambos satélites fue de 8 m/s.
Una simulación permite tener una idea de la geometría del choque, la trayectoria de los restos originados, y su evolución.
En las imágenes los protagonistas: el Kosmos 2251, de Rusia, que pertenece a la serie Strela, se trata de un satélite de comunicaciones de uso militar, y abajo el satélite norteamericano Iridium, que curiosamente fue lanzado desde y por Rusia.
El Strela 3, aunque pertenece al tipo de satélite involucrado, dudo que se trate de este modelo.
Maqueta del Iridium.
Mas "cosas": Para más información sobre la colisión leer aquí en Discovery Se puede escuchar un eco de radar captado por la Fuerza Aerea de los EUA En esta web se pueden ver videos y una simulación con datos muy precisos Actualización: Eureka y Viajeros del Espacio

lunes, 9 de febrero de 2009

A la pipeta!

El pasado 4 de febrero la NASA suspendió la maniobra orbital necesaria para el acople del Progress M66 con la Estación Espacial Internacional, que debería estar en órbita hoy. Esto se debe a que el pasado 14 de enero el módulo de servicio Zvezda realizó un encendido de sus motores principales de rutina, los mismos son necesarios para mantener a una altura segura la estación y para situarla en posición óptima para el atraque de las diferentes naves que a ella arriban. Sin embargo el apagado de los motores no se realizó según el procedimiento esperado: estos se apagaron abruptamente, en vez de hacerlo en forma paulatina. Consecuencias: las vibraciones registradas en el video, y que realmente son de miedo.
¿ No parece un terremoto ?.
Por otro lado, y esto es lo más preocupante, esto pudo haber causado daños estructurales en la estación espacial. Se están estudiando las consecuencias de esta inesperada situación, aunque el diseño de la ISS contempla requisitos estructurales reforzados. Los estudios determinarán si efectivamente las vibraciones sufridas están dentro del rango de seguridad esperados. Esto podría acarrear, entre otras consecuencias, el acortamiento de la vida útil de la ISS. Esperemos que no sea así.

jueves, 5 de febrero de 2009

Jugando a ser Astronomos...


...astrofísicos, astrobiólogos, bioquímicos con vocación espacial y más. Estas son las posibilidades que ofrece la web del Space Science Institute. Hace un tiempo me había divertido mucho con la aplicación "Planets Families", que permite construir fácilmente un sistema planetario. Es muy simple: se trata de dar con la mezcla correcta de planetas de manera de obtener un sistema estable. Los planetas disponibles son curiosamente parecidos a los nuestro sistema solar: los hay muy pequeños, como Mercurio, los hay de estructura tipo planeta joviano, e inclusive hay uno insospechablemente de inspiración saturniana. El sistema se debe componer de manera tal que las órbitas de los planetas mantengan en lo mínimo posible su excentricidad, de manera de no correr riesgos de colisiones, las cuales por cierto son sonoramente recreadas.

 Afortunadamente la aplicación es 2D, no sea cosa de generar planetas con planos por fuera de la eclíptica como ustedes ya saben bien de que cuerpo celeste estoy hablando. Pero hay más: sin dudas el más geek de todos es el que permite conduicir un Mars Rover. El jueguito esta pensado para...pensar los movimientos ya que es claro que se intenta, en cierta manera, reproducir el mayor grado de realismo a los juegos. Siguiendo con Marte, y mucho antes que la última versión de Google Earth, también está disponible un juego para volar en la tenue atmósfera del Planeta Rojo. El Rover no es el único aparatito a conducir por cierto, ustedes verán. Hay interesantes experimentos para hacer, me gustó mucho la Columna de Winogradsky y las posibilidades que ofrece de crear colonias estables de bacterias. En definitiva, exploren el sitio con ganas, creo que es una muy buena forma de estimular tempranamente el interés por estos temas, y crear una linda colonia de nerds para dominar el mundo. ¡Que así sea!.
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